Aos poucos, a ciência através da ciência quântica vai encontrando pontos de ligação com a espiritualidade. O Deus das várias religiões é o Universo Consciente, é a Inteligência primordial que faz com que tudo funcione. Podemos não concordar com tudo o que se diz no texto desta publicação, mas a verdade é que não podemos negar, sejamos nós crentes ou não, que existe muito mais que o nosso corpo físico e que as nossas crenças dogmáticas. Somos todos Um, estamos todos interligados através de uma rede invisível, quando odiamos, geramos e espalhamos ódio, quando amamos geramos e espalhamos amor.
Deixo aqui o link:
http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740%3ABlogPost%3A2048068
Onde escrevo o que penso sobre a vida e a espiritualidade. Onde coloco coisas que fazem sentido e que o meu coração acha certo. Ás vezes é um grito! outras vezes é apenas um desabafo...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Karma
Karma
Ele não conhece nem ira nem perdão;
completa verdade
É o que mede sua vara, é o que pesa sua
balança infalível;
O tempo não conta; julgará amanhã,
Ou depois de muitos dias.
Assim o punhal do assassino golpeará ele
mesmo;
O juiz injusto perderá seu próprio defensor;
A língua enganosa vitupera sua própria
mentira; o ladrão sorrateiro
E o solerte larápio roubam, só para
devolver.
Esta é a Lei que conduz à justiça,
A qual ninguém pode fugir ou arrostar;
Seu coração é Amor, o seu fim
É doce Paz e Consumação.
Obedecei!
Extraído de A Luz da Ásia, de Sir Edwin Arnold
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Uma explicação simples sobre reencarnação e carma dada por Paramahansa Yogananda
O grande místico hindu Paramahansa Yogananda explica a reeencarnação e o carma do seguinte maneira: "...A vida é como uma grande cadeia no oceano de Deus. Quando uma parte deste encadeamento emerge, você vê somente esta pequena parte; o inicio e o término estão escondidos. Nesta encarnação, você vê apenas algumas das lições do encadeamento da vida, ficando o passado e o futuro, invisíveis, nas profundezas de Deus. Ele revela seus segredos àqueles que estiverem em sintonia com Ele".
Os seres humanos se igualam enquanto entidades oriundas da Fonte original da vida, mas, o que cada um faz com essa igualdade ao longo de sua jornada é de sua inteira responsabilidade e Livre-Arbítrio. Isto naturalmente irá determinar o grau de evolução que a alma atingirá e quando esse grau será atingido.
Por exemplo, duas pessoas expostas a circunstâncias desafiadoras semelhantes, podem se comportar de modo totalmente oposto. Uma delas fugirá e outra as enfrentará para lidar positivamente com o desafio cármico.
O primeiro certamente irá vivenciar repetidamente tal situação cármica, enquanto o segundo seguirá em frente, enfrentando novas lições. Isto pode acontecer em meses, anos ou em vidas inteiras.
Os seres humanos se igualam enquanto entidades oriundas da Fonte original da vida, mas, o que cada um faz com essa igualdade ao longo de sua jornada é de sua inteira responsabilidade e Livre-Arbítrio. Isto naturalmente irá determinar o grau de evolução que a alma atingirá e quando esse grau será atingido.
Por exemplo, duas pessoas expostas a circunstâncias desafiadoras semelhantes, podem se comportar de modo totalmente oposto. Uma delas fugirá e outra as enfrentará para lidar positivamente com o desafio cármico.
O primeiro certamente irá vivenciar repetidamente tal situação cármica, enquanto o segundo seguirá em frente, enfrentando novas lições. Isto pode acontecer em meses, anos ou em vidas inteiras.
: Elisabeth Cavalcante ::
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
A HISTÓRIA DA CRIAÇÃO
24 de Agosto de 2014
A maior parte das religiões e culturas espirituais mantém uma imagem de Deus, o Criador, em uma das três formas:
1 – Uma única entidade criativa. Esta é uma visão perfeitamente válida de Deus, em que se ignoram as diferentes facetas da consciência que foram necessárias para criar o Universo e, em vez disto, concentra-se no Um.
2 – Uma dualidade, onde Deus emprega dois aspectos de Si mesmo, a fim de realizar a Criação do Universo. Os mitos da criação de todo o mundo, mencionam um divisor de “águas” da consciência original.
3 – Uma trindade, onde os dois aspectos da consciência são ativados por um terceiro princípio, o movimento, como no movimento iniciado pelo comando criativo original: "Que haja a Luz."
Na Grécia Antiga, dizia-se que o Universo era um espaço sem luz, até que Eros (o Amor) surgisse, trazendo a Luz e a Ordem. Aqui temos a intenção e o sentimento trazendo a Luz ao Ser.
Na Antiga Cultura Azteca, dizia-se que um original “Senhor” e “Senhora” teriam trazido à existência todas as coisas. As pessoas ao longo da História têm compreendido mais facilmente as versões parentais de Deus. Afinal, conceitos como Deus, o Pai e a Mãe Divina, têm sido muito mais compreensíveis do que os princípios fundamentais.
Bem no início da religião Cristã, os bispos concorrentes aprovaram um credo unificado, o que resultou na Santíssima Trindade do Cristianismo, sendo composta de: Deus, o Pai (como o “pensamento”, ou o princípio criativo), o Espírito Santo (como o princípio do sentimento), e Deus, o Filho (como um representante da ação de Deus na Terra.)
O Hinduísmo, cuja origem é anterior à História registrada, reconhece um estado original ou Absoluto, como o estado derradeiro do ser, por trás de todas as coisas. Então, a partir do estado único e Absoluto, brotaram os três princípios da Criação. Estes princípios são retratados como as personalidades de Brahma, Vishnu e Shiva.
Enquanto Brahma é o aspecto do Criador, Vishnu representa o aspecto que preserva e sustenta o universo – um amor universal, em outras palavras. Shiva representa o aspecto que traz o movimento ao universo, tornando possível a criação e a eventual deterioração de objetos no mundo físico. É o princípio do movimento que traz a mudança constante.
O Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo compartilham das mesmas raízes históricas. No Livro de Gênesis, é dito que a Criação começou quando Deus criou o céu e a Terra e então disse: "Que haja a Luz."
Percebam que este ato inicial da Criação veio antes da criação das estrelas e da criação do nosso Sol.
Portanto, estes casos iniciais das palavras “céu’ e “Terra” precisam ser compreendidos metaforicamente e não literalmente. Dizia-se que a Terra era sem forma e vazia, como um vazio pré-criacional, enquanto o Espírito de Deus pairava sobre as “águas” do abismo informe.
Assim, aqui temos:
1 – A intenção de Deus, o Criador, pairando sobre:
2 – O abismo informe de um universo que viria a ser. Este “abismo informe’, como é referido o UNIVERSO, não a Terra, porque as estrelas (e, portanto, a Terra), não tinham ainda sido formadas. Havia somente o princípio do sentimento, mantendo o conceito do espaço em um envoltório controlado. Então, mais tarde, todas as possibilidades começaram com:
3 – “Que haja a Luz”. É onde o movimento foi aplicado a fim de ativar o invólucro vazio do Universo. Isto, então, tornou possível toda a Criação, incluindo as estrelas, os planetas, as suas biosferas e tudo o que eles contêm.
O traço comum em todas estas histórias acima sobre a Criação é este: Intenção e Amor juntos criaram um universo na forma de um vazio, um abismo.
Intenção e Amor foram então colocados em movimento complementar, a fim de trazerem luz e vida ao vazio.
Por favor, respeite todos os créditos ao compartilhar
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
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